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	<title>Posts com a Tag mama - Blog Master Health</title>
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	<title>Posts com a Tag mama - Blog Master Health</title>
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		<title>Mama acessória: o que é? Preciso retirar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Master Health]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 18:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia Plástica]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quantas mamas uma mulher tem? A resposta parece óbvia: duas! Porém, para até 6% da população, essa não é a realidade. Diversas pessoas apresentam uma condição pouco conhecida e, muitas vezes, difícil de perceber — a mama acessória ou polimastia. É fato que alterações nas mamas costumam despertar dúvidas e preocupações em consultórios médicos. Como a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Quantas mamas uma mulher tem? A resposta parece óbvia: duas! Porém, para até 6% da população, essa não é a realidade. Diversas pessoas apresentam uma condição pouco conhecida e, muitas vezes, difícil de perceber — a mama acessória ou polimastia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">É fato que alterações nas mamas costumam despertar dúvidas e preocupações em consultórios médicos. Como a mama acessória é pouco conhecida, muitos pacientes chegam ao especialista assustados ao notarem um nódulo ou aumento de volume fora da posição habitual das mamas, geralmente na axila. Assim, eles se preocupam com a suspeita de algum tumor ou doença mais grave.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, nesses casos, a solução é muito mais fácil. Neste artigo, você vai descobrir o que é a mama acessória, os sintomas, riscos associados, quando é recomendada sua retirada cirúrgica e os benefícios desse procedimento. Então, continue a leitura!</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é mama acessória?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A expressão “mama acessória” refere-se à presença de tecido mamário fora da localização anatômica tradicional das mamas. Inclusive, esta é uma condição que pode afetar tanto mulheres quanto homens. Ela também recebe o nome de <a href="https://blog.masterhealth.com.br/causas-e-tratamento-da-polimastia/">polimastia</a> ou mama supranumerária, ou seja, acima da quantidade correta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas por que algumas pessoas desenvolvem a mama acessória? Esse fato está relacionado ao nosso desenvolvimento embrionário, ainda durante a gestação. Vamos explicar no próximo tópico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que algumas pessoas têm polimastia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o embrião se desenvolve, no início da gestação, formam-se duas linhas, uma em cada lado do corpo. Elas recebem o nome de linhas mamilares. Elas se iniciam nas axilas, descem pela lateral do peito e abdômen até a região da virilha. Essa não é uma característica apenas dos seres humanos, mas de diversas espécies de mamíferos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">É ao longo dessas linhas que as mamas se formam. Por isso, animais como gatas e cachorras, que vemos com tanta frequência, desenvolvem diversas mamas seguindo esta linha. As gatas possuem 4 pares de mamas, enquanto as cachorras desenvolvem entre 8 e 12 glândulas mamárias. Então, elas conseguem amamentar muitos filhotes ao mesmo tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós, seres humanos, desenvolvemos apenas duas mamas. Quando falamos em desenvolvimento normal, as outras mamas possíveis nesta linha mamária são &#8220;desligadas&#8221;. Porém, em algumas pessoas, fragmentos desse tecido mamário permanecem em outros pontos da linha mamilar ou até mesmo fora dela. </p>



<p class="wp-block-paragraph">São esses fragmentos de tecido mamário que formam glândulas mamárias adicionais, completas ou incompletas, conhecidas como mamas acessórias. Fatores hereditários podem contribuir para o aparecimento da mama acessória. No entanto, na maioria dos casos, trata-se apenas de uma variação do desenvolvimento normal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é a mama acessória?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A mama acessória pode conter todos os componentes da mama normal: glândula, ductos mamários, gordura e, ocasionalmente, complexo aréolo-papilar (a aréola e o mamilo). Nesses casos, elas são um pouco mais fáceis de identificar, embora muitas pessoas olhem para elas e acreditem que o mamilo é, na verdade, algum tipo de verruga. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, em outros casos, ela é composta apenas por tecido glandular ou adiposo, formando um pequeno volume ou protuberância. Não é incomum os pacientes que possuem essa mama incompleta acreditarem que trata-se de um depósito de <a href="https://blog.masterhealth.com.br/gordura-localizada-e-cirurgia-plastic/">gordura localizada</a>, que pode ficar mais inchado em algumas ocasiões ou se parecer com um nódulo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Onde a mama acessória pode aparecer?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A localização mais comum da mama acessória é a região axilar, mas ela pode surgir em qualquer ponto da linha mamilar — e, mais raramente, em áreas fora dessa linha, como a região torácica, abdominal ou até na virilha. Quando o paciente tem a mama acessória na axila, ela pode causar desconforto ao vestir roupas mais ajustadas na cava da manga, por exemplo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">É muito importante diferenciar a mama acessória de outras formações que podem surgir na axila ou no tórax, como linfonodos aumentados, lipomas (tumores benignos de gordura), glândulas sudoríparas alteradas, cistos ou fibroadenomas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, embora a mama acessória não costume causar problemas mais sérios ao paciente, a pessoa precisa procurar o médico ao perceber qualquer volume anormal no corpo. Avaliação clínica e exames de imagem, como ultrassonografia, ajudam a distinguir a mama acessória de outras estruturas e direcionam o paciente ao tratamento mais adequado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os sintomas e sinais da polimastia? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pessoas convivem com a mama acessória sem qualquer sintoma. No entanto, em determinadas fases da vida, é possível perceber alterações semelhantes às que ocorrem nas mamas habituais. Por exemplo, durante o ciclo menstrual, gravidez ou lactação, o tecido acessório pode aumentar de volume, tornar-se mais sensível ou apresentar dor local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, é importante observar eventuais aumentos de volume em determinada região, especialmente axilar, sensibilidade, dor ou incômodo, principalmente próximo da menstruação (em mulheres) e endurecimento ou aparecimento de nódulos palpáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Raramente, os pacientes relatam saída de secreção pelo local nos casos em que a mama acessória é completa, ou seja, existe um complexo aréolo-papilar. Além desses sintomas físicos, existe o Incômodo estético, dificuldade ao vestir roupas e constrangimento social.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Polimastia coloca a saúde em risco? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">No geral, a mama acessória é uma condição benigna, sem risco direto à saúde. Entretanto, existem situações que merecem atenção, como quando ocorrem complicações inflamatórias. O tecido mamário é igual ao dos seios. Então, ele pode apresentar mastites, especialmente em períodos de variação hormonal ou lactação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como a mama normal, a glândula acessória pode desenvolver nódulos, cistos ou outras alterações benignas. Portanto, se não retiradas, elas precisam da avaliação periódica de um especialista. Esse tecido mamário também pode desenvolver tumores malignos, inclusive <a href="https://blog.masterhealth.com.br/cancer-de-mama-prevencao-deteccao-e-tratamento/">câncer de mama</a>, embora esta seja uma condição incomum. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia a dia, o volume da mama acessória pode causar desconforto constante, dor ou limitação de movimentos. Nesses casos, é ainda mais importante buscar uma avaliação médica e a indicação para a retirada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Indicações para retirada da mama acessória</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão por retirar ou não a mama acessória deve ser individualizada. Afinal, existem pessoas que simplesmente não se incomodam com esta condição. Porém, ao tomar uma decisão, é importante considerar fatores estéticos, funcionais e, em casos específicos, médicos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Motivos estéticos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O incômodo com a aparência, problemas com simetria corporal, constrangimento ao usar roupas mais justas ou sem mangas são razões frequentes para solicitar a cirurgia. Muitas mulheres sentem dificuldade em usar biquínis ou regatas devido ao volume extra na axila.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Motivos funcionais</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Dor, sensibilidade, episódios repetidos de inflamação, dificuldade de movimentação do braço ou limitação em atividades diárias justificam fortemente a indicação cirúrgica.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Indicações médicas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando há suspeita de nódulo suspeito, risco de malignidade identificado em exames ou histórico familiar importante de câncer de mama, a retirada completa é recomendada como medida preventiva. A recorrência de infecções ou abscessos também é fator para considerar a remoção.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é a cirurgia para retirada da mama acessória?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Após a avaliação cuidadosa do volume, composição e extensão da mama acessória por meio de consulta clínica e exames de imagem, o cirurgião determina o melhor plano cirúrgico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Avaliação pré-operatória</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A ultrassonografia axilar ou de partes moles é o exame mais utilizado para confirmar a natureza glandular do tecido e planejar a cirurgia. Em casos de suspeita de nódulo, a ressonância magnética ou mesmo a biópsia podem ser solicitadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Detalhes do procedimento</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A cirurgia consiste na ressecção (retirada) cuidadosa do tecido mamário ectópico, podendo englobar também remoção de gordura e eventuais estruturas adjacentes. Muitas vezes, o procedimento pode ser feito sob <a href="https://blog.masterhealth.com.br/a-anestesia-na-cirurgia-plastica/">anestesia local</a>, local com sedação ou geral, a depender do tamanho e do local da mama acessória, bem como de condições de saúde do paciente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O procedimento dura em média entre 30 minutos e 2 horas, permite alta no mesmo dia e retorno às atividades habituais em alguns dias, respeitando as orientações de repouso e cuidados locais. A incisão é planejada para ficar o mais discreta possível, geralmente nas dobras naturais da pele da axila.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os cuidados incluem uso de curativos, restrição de movimentos exagerados do braço inicial, controle da dor com analgésicos leves e acompanhamento de eventuais pontos ou drenos. Em poucas semanas o inchaço regride, e o resultado estético é visível.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Resultados esperados e benefícios da retirada da mama acessória</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A retirada da mama acessória resulta, normalmente, em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>melhoria estética, com simetria do contorno corporal e maior confiança ao vestir roupas</li>



<li>redução ou eliminação completa de sintomas, como dor e incômodo local</li>



<li>prevenção de inflamações, cistos, abscessos ou, raramente, tumores</li>



<li>melhora da autoestima e da qualidade de vida</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A cicatriz da cirurgia tende a ficar discreta, especialmente se for planejada em áreas de dobras naturais. Em casos selecionados, pode-se associar a <a href="https://blog.masterhealth.com.br/lipoaspiracao-em-varias-regioes-do-corpo/">lipoaspiração</a> local para complementar o contorno. Raramente é necessária cirurgia adicional para correção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante destacar que, se todo o tecido glandular e adiposo for completamente retirado, a chance de recorrência é mínima. Em raros casos, pode haver formação de nódulos residuais, que devem ser acompanhados pelo médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembramos, mais uma vez, que qualquer alteração nova, crescimento rápido, endurecimento ou mudança em tecido do corpo deve motivar avaliação médica, inclusive investigação por exames de imagem. Eles determinarão se a massa apresentada é realmente uma mama acessória ou se o melhor caminho é buscar uma avaliação mais profunda, com a realização de uma biópsia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E você, já sabia que a mama acessória existe e, principalmente, que é uma condição relativamente comum? Entendeu a importância de buscar avaliação médica diante do surgimento de qualquer volume na axila ou em outras áreas do corpo? Se você gostou do artigo e quer receber mais informações não só sobre cirurgia plástica, mas sobre o universo da beleza, estética e saúde, acompanhe nosso conteúdo no <a href="https://www.instagram.com/clinicamasterhealth/">Instagram</a> e <a href="https://www.facebook.com/MasterHealth/">Facebook</a>.</p>
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		<title>Mastectomia: vale a pena reconstruir a mama logo após a cirurgia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Master Health]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgia Plástica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por serem símbolos de feminilidade e sensualidade, os seios têm uma importância para a mulher que vai além de seu papel físico, biológico. Por isso, a mastectomia realizada por questões médicas, no tratamento de doenças graves, pode representar um grande trauma. Para muitas mulheres, a perda da mama impacta diretamente a autoestima e a percepção do [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por serem símbolos de feminilidade e sensualidade, os seios têm uma importância para a mulher que vai além de seu papel físico, biológico. Por isso, a mastectomia realizada por questões médicas, no tratamento de doenças graves, pode representar um grande trauma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para muitas mulheres, a perda da mama impacta diretamente a autoestima e a percepção do corpo. A legislação brasileira garante o direito à reconstrução imediata, mas essa opção nem sempre é a mais adequada, especialmente quando tratamentos como quimioterapia e radioterapia estão envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, neste artigo, vamos conversar abertamente sobre as diferentes abordagens para a reconstrução mamária após a mastectomia. Consideraremos fatores que podem influenciar essa decisão, refletindo em que casos vale a pena optar pela reconstrução imediata ou adiar essa cirurgia tão importante. Continue a leitura para saber mais! </p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual é a função e indicações da mastectomia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A mastectomia é uma cirurgia indicada principalmente para o tratamento do câncer de mama, com o objetivo de remover total ou parcialmente o tecido mamário afetado. A decisão sobre o tipo de mastectomia depende de vários fatores, incluindo o estágio do câncer, o tamanho do tumor, a presença de múltiplos tumores na mesma mama e a melhor opção para a recuperação da saúde da paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mastectomia total, que também recebe o nome de mastectomia simples, envolve a remoção de toda a mama, incluindo o mamilo e a aréola. Nesta cirurgia, ocorre apenas a preservação dos músculos da parede torácica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a mastectomia radical, que é menos comum hoje, remove não apenas a mama, mas também os músculos subjacentes e os linfonodos axilares. A mastectomia parcial, ou segmentar, remove apenas a parte da mama afetada pelo câncer, preservando o máximo possível de tecido saudável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada tipo de mastectomia tem suas indicações específicas. Geralmente, o especialista recomenda a associação da cirurgia com outros tratamentos, como quimioterapia ou radioterapia. Entender as diferenças entre os tipos de mastectomia ajuda a paciente a tomar decisões mais informadas sobre o tratamento e as opções de reconstrução mamária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que diz a lei sobre a reconstrução após a mastectomia? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Desde que inicia a puberdade, a mulher tende a demonstrar um apego aos seios que desenvolve neste período da vida. Afinal, eles representam uma diferenciação sexual, um símbolo de feminilidade. Por isso, a retirada das mamas, especialmente a mastectomia total ou radical, costuma representar um trauma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhecendo esta dor, a legislação assegura às mulheres que passam por essa situação o direito de realizar a reconstrução mamária imediatamente após a cirurgia. Essa garantia está prevista na Lei 9.797/1999, que determina que, <strong>sempre que houver condições clínicas</strong>, a reconstrução da mama deve ocorrer no mesmo ato cirúrgico da mastectomia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa possibilidade oferece à paciente o benefício de sair do hospital com a mama reconstruída, o que pode reduzir o impacto psicológico da perda do seio e acelerar a recuperação emocional. Porém, como você pode observar, nós destacamos uma condição importantíssima em negrito: <strong>sempre que houver condições clínicas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal, mesmo que desejada, nem sempre a reconstrução imediata é a melhor opção. Vamos falar de cada um dos casos e das implicações desta decisão nas etapas seguintes do tratamento. Essas implicações podem levar o médico a recomendar o adiamento da inserção da prótese. Veja os próximos tópicos para entender toda a questão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a sequência do tratamento pode adiar a reconstrução mamária?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Existem diferentes tipos de câncer, mesmo quando falamos de um único órgão do corpo, como a mama. Por isso, vários grupos de mulheres passam por tratamentos distintos: algumas precisam apenas da mastectomia. Outras solucionam o problema com quimioterapia e radioterapia. Frequentemente, o tratamento exige a combinação de todos esses recursos. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Possíveis impactos da quimioterapia no processo de cicatrização</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a paciente precisa de tratamentos adicionais como quimioterapia ou radioterapia após a mastectomia, a decisão sobre a reconstrução mamária imediata requer uma avaliação cuidadosa. Afinal, a quimioterapia pode enfraquecer o sistema imunológico e atrasar o <a href="https://masterhealth.com.br/blog/entenda-como-funciona-o-processo-de-cicatrizacao-na-pele/">processo de cicatrização</a>, o que aumenta o risco de complicações na área cirúrgica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, o médico pode aconselhar a paciente a adiar a reconstrução até a conclusão do tratamento oncológico, ou seja, até o momento em que o corpo estará em melhores condições para enfrentar outra cirurgia e promover uma cicatrização segura.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Possíveis impactos da radioterapia sobre o resultado estético da prótese</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A radioterapia, por sua vez, pode afetar o tecido mamário remanescente e a pele, tornando-os mais rígidos e menos elásticos. Esse efeito pode comprometer o resultado estético da reconstrução mamária, especialmente quando a técnica envolve a inserção de próteses de silicone. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, a radiação também pode aumentar o risco de <a href="https://masterhealth.com.br/blog/contratura-capsular/">contratura capsular</a>, uma condição onde o tecido ao redor da prótese endurece, causando desconforto, deformidade e exigindo uma nova ciurgia para substituição do implante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desses fatores, a paciente e o médico precisam considerar se a reconstrução imediata é viável ou se a reconstrução diferida (tardia), que ocorre após o término dos tratamentos, oferece melhores resultados. Essa decisão deve levar em conta o tipo de câncer, o plano de tratamento e as expectativas da paciente em relação ao resultado do procedimento. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a reconstrução com expansores pode ser necessária? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Também não podemos nos esquecer de que, quando falamos em mastectomia, estamos nos referindo à retirada de tecidos da região dos seios e até mesmo áreas adjacentes. Por isso, nem sempre é possível simplesmente colocar uma prótese. Pode ser necessário estender a pele para acomodá-la no futuro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A reconstrução mamária com expansores é uma técnica utilizada quando a reconstrução imediata com próteses de silicone não é viável ou recomendada. Esse método envolve a colocação de um dispositivo expansor temporário sob a pele e o músculo da parede torácica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O expansor é uma bolsa inflável que o médico gradualmente preenche com solução salina ao longo de várias semanas ou até mesmo meses. Esse processo permite que a pele e o tecido se expandam lentamente, criando espaço suficiente para a inserção de uma prótese definitiva em uma etapa cirúrgica posterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa técnica oferece maior flexibilidade para ajustar o tamanho e a forma da mama reconstruída, garantindo um resultado mais natural. O expansor também pode ajudar a preparar a área para uma reconstrução futura mais complexa, especialmente em casos onde a pele sofreu danos significativos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que considerar ao tomar uma decisão sobre o momento da reconstrução mamária? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma doença agressiva como o câncer implica em uma série de desafios e transtornos. Diante disso, é natural que a mulher sinta-se mais vulnerável, insegura e queira reconstruir a mama o mais rápido possível. Porém, selecionamos alguns fatores importantes e entendemos que vale a pena considerá-los antes de uma decisão:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prós e contras da reconstrução imediata após a mastectomia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não podemos negar que a reconstrução mamária imediata oferece algumas vantagens. Entre os principais benefícios, podemos destacar o impacto positivo na autoestima da paciente. Acordar da cirurgia com a mama já reconstruída pode reduzir significativamente o trauma emocional associado à perda do seio, promovendo uma recuperação psicológica mais rápida. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a reconstrução imediata evita a necessidade de uma segunda cirurgia. Assim, em tese, podemos observar a redução no tempo total de recuperação, dos custos associados a procedimentos e internações e à demora para que a paciente volte às suas atividades normais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a reconstrução imediata também apresenta alguns contras. Como já mencionamos, quando a paciente necessita de quimioterapia ou radioterapia após a mastectomia, a reconstrução imediata pode complicar a cicatrização e aumentar o risco infecções e problemas com a integração da prótese. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o resultado estético pode ser menos previsível em casos onde a radioterapia está envolvida, devido às mudanças que esse tratamento causa no tecido mamário. Diante disso, é crucial que a paciente discuta com seu médico os prós e contras da reconstrução imediata, para que possa tomar uma decisão alinhada ao seu plano de tratamento oncológico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Prós e contras da reconstrução diferida após a mastectomia</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A reconstrução diferida, ou tardia, é a escolha de algumas pacientes que preferem esperar até que todos os tratamentos oncológicos estejam concluídos antes de realizar a reconstrução mamária. Essa opção é frequentemente recomendada para pacientes que precisam de radioterapia após a mastectomia, devido a todos os motivos que já mencionamos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao optar pela reconstrução diferida, a paciente permite que o corpo tenha tempo suficiente para se recuperar da mastectomia e dos tratamentos subsequentes, o que pode resultar em uma cicatrização mais saudável e um resultado estético mais previsível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra razão para escolher a reconstrução diferida é a possibilidade de avaliar com mais calma as opções disponíveis, como o tipo de reconstrução e a escolha entre <a href="https://masterhealth.com.br/blog/tipos-de-protese-de-silicone-2/">próteses de silicone</a> ou reconstrução com tecidos autólogos (retirados do próprio corpo). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa abordagem também oferece à paciente a oportunidade de se concentrar exclusivamente no tratamento do câncer antes de considerar a reconstrução, reduzindo o estresse e as complicações associadas a múltiplos procedimentos cirúrgicos em um curto período. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de exigir paciência, a reconstrução diferida pode proporcionar resultados mais satisfatórios a longo prazo, garantindo que a paciente tome decisões conscientes sobre seu corpo e sua saúde. Porém, mais uma vez, esta é uma decisão que deve ser tomada em conjunto com o médico, analisando o mais adequado a cada caso e os impactos da escolha sobre o bem-estar geral da mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora você já sabe quais são as opções de reconstrução mamária após a mastectomia. Quer acompanhar outros conteúdos do universo da saúde feminina, beleza e cirurgia plástica? Então, siga nossos perfis no <a href="https://www.instagram.com/clinicamasterhealth/">Instagram</a> e <a href="https://www.facebook.com/MasterHealth/">Facebook</a> para não perder nenhuma novidade! </p>
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		<title>Densidade mamária: qual a influência na mamoplastia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Master Health]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mamoplastia]]></category>
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		<category><![CDATA[densidade da mama]]></category>
		<category><![CDATA[mama]]></category>
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		<category><![CDATA[Mamoplastia redutora com prótese]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você talvez se surpreenda, mas algumas mulheres que querem reduzir os seios precisam colocar silicone. Embora a informação pareça contraditória, o fato é que a densidade mamária é um dos fatores determinantes para definir o que o médico precisa fazer durante uma mamoplastia e o resultado da cirurgia. E você, sabe o que é densidade mamária? [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Você talvez se surpreenda, mas algumas mulheres que querem reduzir os seios precisam colocar silicone. Embora a informação pareça contraditória, o fato é que a densidade mamária é um dos fatores determinantes para definir o que o médico precisa fazer durante uma mamoplastia e o resultado da cirurgia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E você, sabe o que é densidade mamária? Quer entender como ela pode influenciar as cirurgias plásticas para reduzir ou levantar os seios? Então, este post foi feito para você. Continue a leitura e entenda tudo sobre este assunto. </p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a densidade mamária? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para definir a densidade mamária, precisamos primeiro entender um pouco sobre a <a href="https://masterhealth.com.br/blog/anatomia-da-mama/">anatomia da mama</a>. Nossos seios possuem muitas estruturas e tecidos compostos por tipos de células diversas. Podemos resumi-los em três categorias: glândula mamária, estroma e gordura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A glândula mamária é o tecido que efetivamente produz o leite. Ela é formada por outras estruturas menores como lobos, dutos, etc. Já o tecido fibroso, o estroma, possui células, ligamentos e fibras que sustentam a mama. Trata-se de um tecido conjuntivo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Já as células de gordura, todos nós conhecemos muito bem. São células que aumentam ou diminuem seu volume à medida que o organismo precisa estocar energia. Este tecido também recebe o nome de adiposo e se localiza em diversas regiões do corpo, inclusive nos seios. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A densidade mamária refere-se, então, à proporção de tecido fibroglandular (glândula mamária + estroma) que uma mulher possui, quando comparado ao tecido gorduroso nas mamas. Os profissionais conseguem ver esta proporção claramente em exames como a mamografia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, quando a mulher tem uma grande porcentagem de tecido fibroglandular, nós dizemos que ela tem as mamas densas, ou com alta densidade. Na mamografia, este tecido se revela com formas claras, em uma coloração que varia de cinza a branco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, se grande parte do volume dos seios é composta por gordura, a mulher tem mamas gordurosas ou de baixa densidade. Na mamografia, este tecido aparece em cor escura.</p>



<h2 class="wp-block-heading">É possível classificar as mamas conforme a densidade? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Utilizando a densidade como critério, podemos classificar as mamas em 4 categorias. Para isso, utiliza-se o sistema BI-RADS (Breast Imaging-Reporting and Data System). A seguir, temos a classificação:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Categoria A </h3>



<p class="wp-block-paragraph">As mamas da categoria A são consideradas quase inteiramente gordurosas. Elas têm pouquíssimo tecido fibroglandular e uma grande quantidade de tecido adiposo. Embora seja possível apresentar esta condição em outras idades, ela é muito mais comum em mulheres de idade avançada. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Categoria B </h3>



<p class="wp-block-paragraph">As mamas da categoria B são consideradas de áreas esparsas de densidade fibroglandular. Isso significa que, em algumas áreas, realmente existe um tecido denso, composto por estroma e glândula mamária. Porém, a gordura ainda preenche a maior parte da mama. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Categoria C</h3>



<p class="wp-block-paragraph">As mamas da categoria C são consideradas densamente heterogêneas. Portanto, a maior parte deste seio é composto por tecido fibroglandular. Apenas uma pequena porção desta mama é composta por gordura (tecido adiposo).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Categoria D </h3>



<p class="wp-block-paragraph">As mamas da categoria D são consideradas extremamente densas. Neste caso, a quantidade de tecido mamário fibroglandular é muito superior à de tecido gorduroso. É muito mais comum em mulheres jovens, mas algumas mantêm boa parte da densidade mamária ao longo de décadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são as vantagens e desvantagens da alta densidade mamária? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista estético, é natural que as mulheres desejem ter mamas mais densas. Afinal, isso aumenta a firmeza dos seios. Porém, esta é uma situação que apresenta prós e contras, como você verá nos tópicos a seguir:  </p>



<h3 class="wp-block-heading">Vantagens da alta densidade mamária </h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mamas densas possuem um tecido conjuntivo e glandular mais firme e, portanto, uma composição estrutural forte. Como resultado, esses tecidos contribuem para uma maior sustentação natural do seio evitando ou, pelo menos, adiando sua queda. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Este tecido mais resistente pode, em alguns casos, levar a uma aparência mais jovem das mamas. Existe uma propensão menor à flacidez, quando a comparamos a seios predominantemente gordurosos, classificados como A ou B no sistema BI-RADS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra vantagem da mama densa é um potencial indicador de menor atividade hormonal pós-menopausa. Nesta faixa etária, a densidade tende a diminuir gradualmente, pois a quantidade de tecido glandular se reduz, sendo substituído por tecido adiposo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, o tecido adiposo não serve apenas para dar volume ao corpo. Ele também funciona como uma usina que produz uma série de hormônios. Em grande quantidade, esses hormônios causam desequilíbrio ao organismo, podendo inclusive desencadear doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, quando a mulher tem menos tecido adiposo no pós-menopausa, inclusive nas mamas, ela tende a produzir níveis mais baixos de certos hormônios e, desta forma, prevenir o surgimento de algumas doenças.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Desvantagens da mama densa</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se, por um lado, a densidade mamária pode reduzir a produção de determinados hormônios e evitar certas doenças, o risco de <a href="https://masterhealth.com.br/blog/cancer-de-mama-prevencao-deteccao-e-tratamento/">câncer de mama</a> aumenta. Vários estudos indicam que esta probabilidade se torna maior e, por isso, mamas densas estão entre os fatores de risco para esta doença. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a mulher com mamas densas precisa redobrar seu cuidado quanto à detecção do câncer. Em primeiro lugar porque, como seu tecido mamário é denso, as chances de ela conseguir perceber algum nódulo no autoexame são menores. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta dificuldade ocorre também na mamografia. Neste exame, tumores e nódulos, que podem indicar a presença de um câncer, aparecem na cor branca. Assim, se a mama da mulher é muito densa, o tecido glandular, que também aparece em cores claras, se confunde com essas anormalidades, dificultando sua visualização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já nas mamas de baixa densidade, como mencionamos, o tecido adiposo aparece em um tom escuro. Logo, as anormalidades como nódulos se tornam bem evidentes, pois sua cor branca os destaca. </p>



<p class="wp-block-paragraph">É por esse motivo que os médicos dificilmente pedem mamografias às pacientes abaixo de 35 anos, pois as mamas delas costumam ser densas demais e não permitem a visualização de eventuais problemas. Nesses casos, o exame mais indicado é o ultrassom.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, quando a mulher tem alta densidade mamária, independentemente de sua idade, ela geralmente precisa de exames complementares como ultrassonografia e até mesmo ressonância magnética. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a densidade das mamas interfere na cirurgia plástica? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">A densidade mamária interfere, inclusive, na realização de cirurgias plásticas. Afinal, o objetivo desses procedimentos é tornar o corpo mais harmônico. Assim, o tamanho dos seios precisa ser compatível com outras características e medidas da paciente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine, por exemplo, uma mulher que deseja reduzir as mamas. Ela sofre com o peso exagerado dos seios, ocorrem assaduras no sulco inframamário, eles balançam demais durante atividades físicas e chegam a doer quando ela realiza diversas atividades. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em tese, bastaria ir ao cirurgião plástico e retirar parte deste volume, não é mesmo? Porém, ao chegar ao consultório, ela pode se surpreender com a notícia de que precisa colocar uma prótese. Então, naturalmente, ela fica confusa, pois entende que a função do silicone é aumentar os seios. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo pode ocorrer com uma mulher que está satisfeita com o tamanho dos seios, mas não com sua firmeza. Ela deseja levantá-los, mas não aumentá-los. Ao chegar ao consultório, o médico diz que ela precisa <a href="https://masterhealth.com.br/blog/vantagens-de-colocar-silicone/">colocar silicone</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O que acontece nesses casos? Você entenderá nos próximos tópicos: </p>



<h3 class="wp-block-heading">Mamoplastia redutora com prótese por baixa densidade mamária </h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a paciente chega ao consultório e apresenta suas queixas, o médico começa sua avaliação com um exame clínico. Entre os procedimentos que ele realiza, está a análise das mamas. Pressionando-as com a técnica adequada, ele consegue perceber quanto de tecido fibroglandular existe naquele seio. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O tecido fibroglandular é o que modela e dá sustentação às mamas. Portanto, se ao fazer esta análise, o médico observa que existe tecido fibroglandular suficiente para deixar a mama em um tamanho proporcional ao corpo e firme, basta retirar gordura, excesso de pele e até mesmo parte deste tecido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, em muitos casos, quando o médico faz esta análise, ele observa que existe muita pele e gordura, ao mesmo tempo que o tecido fibroglandular é quase inexistente. Assim, não sobram glândula mamária e estroma em quantidade suficiente para formar uma mama firme e proporcional. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste caso, a mulher pode optar por fazer a <a href="https://masterhealth.com.br/blog/plastica-para-reducao-de-mama/">plástica para redução</a> sem prótese. No entanto, ela precisa estar consciente de que seus seios ficarão pequenos quando comparados ao corpo. Se ela não se importa, pode prosseguir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, se ela deseja ter um corpo proporcional, o cirurgião precisará completar este volume. Então, ele indica a <a href="https://masterhealth.com.br/blog/mamoplastia-redutora-com-protese/">mamoplastia redutora com prótese</a>. Inclusive, o silicone ajudará a deixar os seios bem modelados, firmes e preenchidos de forma homogênea.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mastopexia com prótese para mamas pouco densas </h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na mastopexia, ocorre a mesma situação do exemplo anterior. Existem casos em que a mulher tem uma boa densidade mamária. Então, basta retirar o excesso de pele para firmar os seios novamente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, em muitos casos, não existe uma quantidade suficiente de tecido glandular. Consequentemente, existem duas opções: retirar apenas o excesso de pele, consciente de que as mamas ficarão bem pequenas após a cirurgia plástica ou completar o volume com silicone, fazendo a <a href="https://masterhealth.com.br/blog/mastopexia-com-protese-antes-e-depois/">mastopexia com prótese</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E você, acredita que tem as mamas densas ou pouco densas? Tem vontade de reduzir ou levantar os seios, mas não tem ideia se vai precisar de prótese de silicone? Agende agora mesmo sua consulta com um dos nossos especialistas. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<div class="saboxplugin-wrap"   ><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img decoding="async" src="https://masterhealth.com.br/blog/wp-content/uploads/2020/06/mh-logo-vert-sem-assinatura.png" width="100"  height="100" alt="Master Health" ></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://blog.masterhealth.com.br/author/master-health/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Master Health</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div ><p>A Master Health, há mais de duas décadas, alia conforto, segurança e zelo no tratamento de seus pacientes. Adepta do conceito de clínica vertical, a Master dispõe de quatro andares unicamente dispostos ao atendimento, favorecendo a privacidade de cada momento da cirurgia plástica ou tratamento realizado pelo paciente.<br />
Diretora Técnica Dra. Elaine Favano &#8211; CRM 42085/SP</p>
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