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Será que apenas as mulheres se preocupam com a aparência? A experiência no consultório mostra que não. A flacidez no bumbum, por exemplo, é um incômodo para pessoas de todos os sexos e todas as idades. Principalmente neste momento em que ocorre uma valorização dos contornos corporais mais firmes, essa é uma queixa muito frequente.

É natural que o bumbum sofra alterações com o tempo. Porém, quando a flacidez aparece de maneira mais intensa, ela afeta não apenas a autoestima, mas também a escolha de roupas, a vontade de praticar atividades físicas e até o bem-estar nos relacionamentos.

Se você já se olhou no espelho e sentiu que o bumbum perdeu firmeza, saiba que existem formas de prevenir, tratar e até reverter esse quadro, seja com mudanças de hábitos, tratamentos estéticos ou cirurgias específicas. Por isso, neste artigo, nós abordamos abertamente este problema. Continue a leitura para conhecer as soluções.

O que causa a flacidez no bumbum?

A flacidez no bumbum refere-se à perda de tonicidade e sustentação dos tecidos que compõem os glúteos. Com o avanço da idade, é comum que a região apresente queda, perda de volume ou aspecto mais mole. Portanto, as pessoas começam a se sentir insatisfeitas com o contorno e a firmeza desta região.

No entanto, fatores contribuem para acelerar ou agravar o problema. Sedentarismo, emagrecimento rápido, oscilações hormonais e até predisposição genética podem desencadear esse processo mesmo em pessoas jovens. A flacidez pode acometer tanto a musculatura quanto a pele — o que muda totalmente a escolha do melhor tratamento.

Outros motivos frequentes para a flacidez no bumbum incluem gestação, envelhecimento natural, má alimentação, exposição excessiva ao sol, tabagismo e ausência de hidratação adequada. Muitas vezes a pele perde colágeno e elastina, tornando-se mais fina, frouxa e sem sustentação, enquanto a musculatura glútea pode perder volume e força, acentuando a queda e o aspecto “despencado”.

Quais são os tipos de flacidez no bumbum?

Para escolher o melhor plano de tratamento, precisamos entender qual é o tipo predominante de flacidez: muscular ou tissular (pele ou tecido subcutâneo). Muitas pessoas apresentam uma combinação de ambas, por isso uma avaliação criteriosa do cirurgião plástico ou dermatologista é imprescindível.

Flacidez muscular

A flacidez muscular do bumbum ocorre quando os músculos glúteos perdem massa, tonicidade e força, geralmente por falta de estímulo adequado. Pessoas sedentárias, que passam muito tempo sentadas, ou que não praticam exercícios localizados costumam ter um bumbum mais murcho e sem contorno, mesmo sem excesso de pele.

Além disso, com o passar dos anos, o corpo tende a perder massa magra. Sem o estímulo adequado, as fibras musculares se tornam cada vez mais finas e fracas, o que intensifica esse processo. Por isso, os médicos recomendam que as pessoas continuem fazendo exercícios de força, principalmente musculação, para manter o tônus muscular.

Visualmente, conseguimos perceber a flacidez muscular através da diminuição do volume e da projeção do bumbum. Portanto, ele pode aparentar achatamento, falta de desenho e até queda, acentuando o aspecto envelhecido da região. Embora saibamos que esse é um processo natural, muitas pessoas procuram evitar ou reverter esse processo.

Flacidez tissular (pele e tecido)

Já a flacidez tissular ou cutânea ocorre devido à perda de fibras elásticas, colágeno e gordura subcutânea, ocasionando excesso de pele, dobras e aspecto “enrugado” ou “solto”. Costuma aparecer depois de grandes emagrecimentos (como no pós-bariátrica), por fatores hormonais, gravidez ou envelhecimento intenso.

Diferente da flacidez puramente muscular, aqui a principal queixa é o excesso de pele que sobra, principalmente quando a pessoa está de pé ou sentada. Mesmo com bons músculos, o aspecto flácido pode predominar se a pele for fina, pouco elástica e houver perda importante de gordura subcutânea.

Como prevenir e tratar a flacidez no bumbum?

A boa notícia é que a flacidez no bumbum pode, em muitas situações, ser atrasada, minimizada ou tratada. A prevenção passa, obrigatoriamente, por hábitos saudáveis — prática regular de atividades físicas, alimentação rica em proteínas, ingestão adequada de água, hidratação da pele e manutenção do peso estável.

Portanto, exercícios que trabalham os glúteos e coxas, como agachamentos, avanços, passadas e subida de escadas costumam gerar um bom resultado. No entanto, também é preciso cuidar da pele evitando o tabagismo, controlando o estresse e limitando a exposição solar.

Mas e se a flacidez no bumbum já surgiu? É possível tratá-la? Atualmente, existem muitos procedimentos estéticos, bem como cirurgias plásticas, para tratar o problema. A indicação de cada um desses recursos depende, principalmente, do grau do problema. Conheça os principais a seguir:

Tratamentos estéticos para flacidez no bumbum

Diversas tecnologias não cirúrgicas estão disponíveis para tratar a flacidez leve a moderada, em especial quando ainda existe boa quantidade de colágeno e pouca sobra de pele. Cada tratamento tem indicações específicas de acordo com o grau de flacidez, o biotipo e os objetivos estéticos de cada pessoa.

Entre as opções mais eficazes estão a radiofrequência (que estimula a contração das fibras de colágeno e promove firmeza), ultrassom microfocado, carboxiterapia (injeção de gás carbônico sob a pele), bioestimuladores de colágeno injetáveis e lasers fracionados.

Para resultados mais satisfatórios, muitas vezes a estratégia ideal envolve a combinação desses métodos, associada a sessões de fisioterapia dermato-funcional e protocolos personalizados de nutrição. Esses tratamentos não aumentam o volume do glúteo, mas podem melhorar a firmeza e o aspecto da pele. Quando a flacidez muscular é marcante, o fortalecimento costuma ser a principal alternativa antes de pensar em intervenções mais invasivas.

Vale a pena destacar, ainda, que os procedimentos estéticos não fazem milagres. Eles promovem a contração da pele de forma limitada. Portanto, eles são eficazes quando se trata da prevenção ou até mesmo do tratamento da flacidez em estágios leves. Em graus avançados, a abordagem da flacidez depende da realização de cirurgias plásticas.

Lifting de bumbum

Quando o paciente apresenta uma flacidez acentuada no bumbum, especialmente após grandes emagrecimentos ou envelhecimento intenso, os procedimentos estéticos não invasivos podem não ser suficientes. Nessas situações, o lifting de bumbum — também conhecido como lifting glúteo — é uma alternativa cirúrgica altamente eficaz e segura.

O lifting de bumbum é indicado para pacientes com excesso de pele, queda importante dos glúteos, dobras profundas e impossibilidade de melhora apenas com exercícios ou tecnologias estéticas. A técnica consiste na retirada do excedente de pele e no reposicionamento dos tecidos glúteos, proporcionando elevação, maior firmeza e contorno rejuvenescido nesta região do corpo.

Em alguns casos, os médicos recomendam a associação do lifting à lipoaspiração para definição da cintura, e até enxerto de gordura (lipoenxertia) para aumentar o volume de regiões específicas e suavizar irregularidades. No entanto, essas possibilidades são avaliadas individualmente.

O lifting de glúteos é realizado sob anestesia geral ou peridural. Geralmente, a alta ocorre no máximo em 24 horas após o procedimento. O tempo de recuperação inicial é de duas a quatro semanas, com retorno gradativo às atividades e resultados visíveis a partir do primeiro mês.

A escolha da cirurgia deve sempre ser acompanhada por avaliação detalhada do cirurgião plástico, que analisará o grau de flacidez, qualidade dos tecidos, a expectativa do paciente e riscos individuais. O lifting é especialmente procurado por ex-obesos, quem emagreceu rápido, pacientes que experimentaram envelhecimento acentuado dos glúteos ou observam uma queda por questões genéticas.

Qual é a diferença entre lifting de bumbum e prótese de glúteo?

Muitas pessoas confundem lifting de bumbum com a colocação de prótese de silicone nos glúteos, mas são procedimentos com objetivos, indicações e resultados diferentes. O lifting de bumbum visa eliminar o excesso de pele, levantar e firmar o glúteo, sendo a indicação ideal para quem sofre com flacidez tissular marcada.

Já a colocação de próteses de glúteo — a gluteoplastia de aumento — serve para pessoas que têm pouco volume, mas boa qualidade de pele, e querem projetar mais o bumbum, tornando-o mais arredondado e destacado. Prótese não elimina flacidez de pele: se houver sobra de tecido, ela pode até ficar mais evidente após a cirurgia.

Em alguns casos bem selecionados, ambos os procedimentos podem ser combinados, especialmente em pacientes pós-bariátricos ou que buscam transformação completa do formato glúteo. Por isso, somente a avaliação com especialista pode definir a conduta mais segura e que trará o melhor resultado duradouro.

Como manter o resultado do lifting de bumbum?

Tanto após o lifting de bumbum quanto após tratamentos estéticos, é fundamental adotar hábitos que preservem o resultado e favoreçam a cicatrização. Fazer repouso, evitar sentar diretamente sobre a região nas primeiras semanas, usar roupas confortáveis, manter a higiene local, seguir as orientações sobre medicamentos e sessões de drenagem são atitudes essenciais para evitar complicações.

Além disso, a manutenção do novo contorno glúteo exige uma série de cuidados como exercícios regulares, boa alimentação e hidratação. O envelhecimento natural continua agindo, mas é possível retardar seus efeitos e valorizar o trabalho realizado.

Como você sabe, a flacidez no bumbum é um desafio incômodo, mas comum. Felizmente, ele pode ser enfrentado e vencido ações preventivas e escolha do melhor tratamento para cada caso. Se você sente incômodo, deseja recuperar firmeza e autoestima, a equipe da Master Health pode ajudar você. Agende agora mesmo sua consulta e conquiste um bumbum firme e bonito.

Master Health

A Master Health, há mais de duas décadas, alia conforto, segurança e zelo no tratamento de seus pacientes. Adepta do conceito de clínica vertical, a Master dispõe de quatro andares unicamente dispostos ao atendimento, favorecendo a privacidade de cada momento da cirurgia plástica ou tratamento realizado pelo paciente.
Diretora Técnica Dra. Elaine Favano – CRM 42085/SP

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