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Manter o rosto jovem por mais tempo está cada vez mais fácil. A todo momento, surgem novos cosméticos, tratamentos de pele e procedimentos estéticos. Até mesmo o lifting facial deixou de ser um tabu e é realizado por um número cada vez maior de pessoas.

No entanto, à medida que todos esses recursos se tornam mais acessíveis e surgem novidades na área da estética, é normal que as pessoas confundam determinados procedimentos. Um dos equívocos mais comuns é o de achar que o lifting facial é um tratamento estético, e não uma cirurgia plástica.

Se você também tem essa dúvida, descubra quais são as diferenças neste artigo. Vamos explicar quando podemos classificar uma intervenção como cirurgia plástica ou o que caracteriza um procedimento estético. Falaremos também a respeito dos resultados esperados de cada um. Ficou interessado? Então, continue a leitura!

Procedimentos estéticos: o que são?

Procedimentos estéticos são técnicas minimamente invasivas, realizadas em um período curto de tempo e no próprio consultório do médico ou do esteticista. Assim, para realizá-los não é preciso tomar anestesia e nem ir ao centro cirúrgico. Basta recorrer ao profissional, que aplicará substâncias ou utilizará equipamentos para produzir um determinado resultado.

Alguns exemplos muito comuns de procedimentos estéticos são a aplicação de botox, preenchimento com ácido hialurônico, harmonização facial e microagulhamento. Realmente, essas técnicas têm evoluído bastante e obtido bons resultados, especialmente quando se trata de prevenção.

Cirurgias plásticas: o que são?

A cirurgia plástica, por sua vez, tem características diferentes das de um procedimento estético. Para realizá-la, o profissional precisa de um período maior e de uma estrutura completa, inclusive porque o paciente recebe uma anestesia durante a operação. Por isso, os médicos geralmente recorrem a hospitais ou, em alguns casos, clínicas bem equipadas.

Na cirurgia plástica, o médico faz intervenções mais complexas na aparência do paciente. Muitas vezes, ele precisa suturar ou reposicionar músculos, eliminar gordura, retirar excessos de pele e remodelar regiões do rosto ou corpo. Até mesmo o tempo de recuperação é maior, exigindo pelo menos alguns poucos dias de repouso.

Lifting facial: cirurgia plástica ou procedimento estético?

O lifting facial, também chamado de ritidoplastia, é uma intervenção mais profunda para o rejuvenescimento. Assim, o cirurgião descola a pele do rosto, reposiciona músculos e retira bolsas de gordura. Além disso, é preciso remover trechos de pele para eliminar a flacidez.

Portanto, como você pode imaginar, apenas alguns minutos no consultório não são suficientes para realizar todas essas alterações. O paciente precisa de anestesia e, consequentemente, de um centro cirúrgico equipado e de uma equipe de apoio ao cirurgião (enfermeiro, anestesista, médico auxiliar, instrumentador etc).

Então, podemos concluir que o lifting facial é uma cirurgia plástica. Possivelmente, muitas pessoas que o confundem com um procedimento estético estão se referindo ao peeling facial, um tratamento que provoca a descamação da camada superficial da pele para que um novo tecido, mais jovem, apareça em seu lugar.

Lifting facial na prática: como é feita a cirurgia?

Para entender melhor por que o lifting facial é uma cirurgia plástica, vale detalhar um pouco o passo a passo. O médico realiza este procedimento cirúrgico em ambiente hospitalar, com anestesia geral ou anestesia associada à sedação. A escolha da técnica depende das características do rosto e do grau de flacidez, mas, de forma simplificada, o cirurgião realiza incisões em regiões discretas, geralmente ao redor das orelhas e, em alguns casos, próximas ao couro cabeludo.

A partir dessas incisões, o cirurgião descola cuidadosamente os tecidos para ter acesso às camadas mais profundas, onde estão os músculos e o chamado SMAS (sistema músculo-aponeurótico superficial). Em vez de apenas “puxar a pele”, o médico reposiciona essa estrutura, devolvendo sustentação ao rosto. Só então ele remove o excesso de pele e sutura as bordas de forma delicada, respeitando os contornos naturais.

Esse cuidado com as camadas profundas é o que permite um resultado mais duradouro e natural. Ao tratar a base de sustentação, o lifting facial não apenas estica a pele, mas reorganiza as estruturas que cederam com o tempo. O objetivo é que o rosto pareça descansado e rejuvenescido, e não “esticado” ou artificial.

Rejuvenescimento do rosto: que áreas são tratadas com o lifting?

Outra dúvida comum é: que parte do rosto o lifting facial realmente rejuvenesce? Ao contrário de alguns tratamentos pontuais, que agem apenas em rugas específicas ou em pequenos sulcos, o lifting facial trabalha de forma global. Ele costuma focar principalmente o terço médio e inferior da face, regiões onde a ação da gravidade se torna mais evidente com o passar dos anos.

Na prática, isso significa melhorar a queda das bochechas, suavizar o sulco nasogeniano (o famoso “bigode chinês”), redefinir o contorno da mandíbula e reduzir a sensação de “bochecha derretida”. Em muitos casos, a associação de procedimentos complementares, como a blefaroplastia (cirurgia das pálpebras) ou o lifting de pescoço, permite que o resultado fique harmônico entre rosto e região cervical.

Quando há indicação, o cirurgião pode combinar o lifting facial com lipoenxertia, utilizando enxertos da própria gordura do paciente para preencher áreas que perderam volume, como têmporas e maçãs do rosto. Essa associação ajuda a restaurar não só a posição dos tecidos, mas também o aspecto de “rosto cheio de vida” que costuma se perder com a idade.

Lifting facial: quais são as indicações?

Nem todo mundo que se incomoda com rugas precisa, de imediato, de lifting facial. Em muitos pacientes mais jovens, com flacidez discreta e poucas marcas, os tratamentos estéticos não cirúrgicos são suficientes para manter a pele bonita por muitos anos. Porém, chega um momento em que a flacidez da pele e das estruturas profundas torna-se mais evidente, limitando a resposta a procedimentos pouco invasivos, como a aplicação de injetáveis.

O candidato ideal ao lifting facial é a pessoa que já apresenta sinais claros de queda dos tecidos. Então, bochechas flácidas, sulcos profundos, perda do contorno mandibular e acúmulo de pele na região inferior do rosto são queixas importantes. Em geral, isso costuma acontecer a partir dos 40 ou 50 anos, embora a idade cronológica não seja a única referência — o mais importante é a condição real da pele e da musculatura.

Além disso, o paciente precisa estar em boas condições de saúde, com exames laboratoriais adequados e sem doenças descompensadas que aumentem o risco cirúrgico. Outro ponto essencial é ter expectativas realistas: o lifting facial pode rejuvenescer e suavizar o rosto de maneira significativa, mas não transforma a pessoa em outra, nem “apaga” totalmente toda a história do tempo.

Pós-operatório: como é a recuperação após o lifting de rosto?

O pós-operatório do lifting facial exige alguns cuidados específicos, mas costuma ser bem tolerado quando o paciente segue as orientações médicas. Nos primeiros dias, é natural um certo grau de inchaço e manchas roxas em diferentes áreas do rosto, que vão diminuindo progressivamente. O uso de curativos, eventuais drenos e, em alguns casos, faixas de compressão suave faz parte do protocolo inicial.

É recomendável manter a cabeça elevada, inclusive na hora de dormir, para ajudar a reduzir o edema. A dor, quando aparece, geralmente é leve e controlada com analgésicos simples. A maioria dos pacientes consegue retomar atividades mais tranquilas, como trabalho remoto, em cerca de 7 a 10 dias. Geralmente, as pessoas preferem adiar a exposição em eventos sociais por duas a três semanas, até que o inchaço e os hematomas estejam bem discretos.

As cicatrizes, embora existam, ficam escondidas nas linhas naturais ao redor das orelhas e, eventualmente, no couro cabeludo. Com o tempo e com os cuidados adequados, elas tendem a se tornar pouco perceptíveis. O resultado final, mais estável, costuma ser observado a partir de três a seis meses, quando a pele já se adaptou completamente à nova posição dos tecidos.

Lifting facial ou tratamento estético: o que é melhor?

Tanto a cirurgia plástica quanto os procedimentos estéticos são bastante eficazes. Porém, a indicação depende dos objetivos do paciente. Se a pessoa é jovem, por exemplo, e quer prevenir o envelhecimento do rosto, o botox e o preenchimento com ácido hialurônico podem atender à sua necessidade.

No entanto, se a pessoa já tem mais idade e as marcas do tempo estão mais visíveis em seu rosto, esse tipo de procedimento pode não ser suficiente. Até existem técnicas que melhoram a qualidade da pele e sua aparência, mas não revertem completamente a flacidez tissular.

Nesses casos, se a pessoa realmente quer um resultado mais significativo, ela precisa recorrer à cirurgia plástica. Ao retirar o excesso de pele no lifting facial, ela conseguirá reduzir bastante as marcas de expressão, eliminar o ar de cansaço da região da testa, olhos e sobrancelhas, corrigir as bochechas e o contorno do rosto, e assim por diante.

Portanto, as duas opções são importantes: os procedimentos estéticos para prevenir e manter a pele do rosto jovem, e a cirurgia plástica para reverter a ação do tempo. Combinar essas duas possibilidades garante as pazes com o espelho por muitos e muitos anos.

E você, tem vontade de rejuvenescer o rosto, mas não sabe se precisa de procedimentos estéticos ou de um lifting facial? Agende sua consulta na Master Health e permita que os nossos especialistas conduzam um plano personalizado para manejar o envelhecimento conforme as suas necessidades!

Master Health

A Master Health, há mais de duas décadas, alia conforto, segurança e zelo no tratamento de seus pacientes. Adepta do conceito de clínica vertical, a Master dispõe de quatro andares unicamente dispostos ao atendimento, favorecendo a privacidade de cada momento da cirurgia plástica ou tratamento realizado pelo paciente.
Diretora Técnica Dra. Elaine Favano – CRM 42085/SP

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