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Ter coxas bem delineadas faz muita diferença na hora de usar roupas mais justas ou curtas. No verão, então, elas se tornam a sensação! Porém, manter esta região do corpo livre da flacidez pode não ser tão simples. Quando a flacidez é causada por excesso de pele, não há outra forma de resolver o problema que não seja a dermolipectomia.

E você, se sente insatisfeito quando precisa colocar as pernas de fora? Não gosta da aparência de suas coxas? Sente que elas estão moles, com a pele irregular ou com aquele acúmulo incômodo na região do joelho? Seus problemas acabaram! Descubra agora os benefícios do lifting de coxas ou, se preferir, dermolipectomia ou ainda cruroplastia.

Por que é tão difícil acabar com a flacidez nas coxas?

Não existe uma única causa para a flacidez nas coxas. Este problema pode acontecer tanto porque os músculos não possuem o nível de tonificação adequado quanto pelo fato de que a pele possui uma extensão maior que a necessária, gerando sobras. A seguir, vamos falar das diferenças entre esses tipos de flacidez:

Flacidez muscular

A flacidez muscular ocorre quando os músculos perdem tônus e força. Imagine que seus músculos são compostos por fibras, como se realmente fossem fios, “colados” um ao outro, formando feixes. Se esses fios estão moles demais (imagine um macarrão que cozinhou demais), as coxas não terão firmeza. Se eles estão bem tonificados, firmes, as coxas também terão uma consistência melhor.

Essa falta de tônus muscular geralmente tem como causa a falta de atividade física ou o envelhecimento natural. Este tipo de flacidez, chamada de flacidez muscular, pode ser significativamente melhorada com exercícios físicos regulares e direcionados, como agachamentos.

Portanto, quando se trata da flacidez muscular, temos uma notícia boa e uma ruim. A boa é que se trata de um problema que você pode resolver sozinho, sem a necessidade de cirurgia. Assim, agachamentos, afundos, stiff, búlgaro, são alguns dos movimentos que trabalham essa musculatura, deixando as coxas firmes.

Aliás, na verdade, temos duas más notícias (pelo menos para quem não gosta de treinar): a primeira é que, para corrigir a flacidez muscular, você precisa fazer esses exercícios. Não há milagre e aquela caminhada ou corrida na esteira não vão resolver o problema. A segunda é que o efeito dos exercícios dura enquanto você treina assiduamente.

Isso significa que, mesmo que uma pessoa faça exercícios agora, treine pesado, capriche no agachamento e fortaleça a musculatura das coxas, esse efeito não é eterno. Então, caso a pessoa pare de treinar, ao longo de poucos meses, o tecido muscular será substituído por um novo que, por não ter estímulo, se tornará flácido. É um trabalho contínuo.

Flacidez tissular

Por outro lado, a flacidez tissular afeta a pele e o tecido subcutâneo. Ela se manifesta como pele solta e sem elasticidade. Embora a presença de estrias não ocorra em 100% dos casos, ela é frequente. A flacidez tissular não responde bem aos exercícios, pois resulta da perda de elasticidade da pele e do enfraquecimento do tecido conjuntivo. Portanto, não há treino que resolva esse problema.

Vários fatores contribuem para o desenvolvimento da flacidez tissular nas coxas. O envelhecimento natural é uma causa comum, pois a produção de colágeno e elastina diminui com o tempo, reduzindo a elasticidade da pele. Então, se a pele já não tem a mesma sustentação e, como “bônus”, não consegue mais se retrair, a flacidez se torna inevitável.

A perda de peso significativa, especialmente após a obesidade, pode deixar a pele solta e flácida. Fatores genéticos também desempenham um papel importante, determinando a qualidade e a elasticidade da pele de cada indivíduo. Além disso, a gravidez e as mudanças hormonais podem afetar a firmeza da pele nas coxas.

Também não poderíamos deixar de destacar os hábitos. Tomar muito sol sem proteção, fumar, não dormir bem, consumir álcool, beber pouca água são ações que, se realizadas com frequência, aceleram a perda de colágeno e o surgimento da flacidez. Até mesmo a nossa alimentação pode prejudicar a firmeza da pele quando ela estimula a produção de radicais livres.

Portanto, não há segredo: a flacidez tissular é resultado de uma combinação entre genética, hábitos e eventos que levam a grandes alterações no peso corporal. É possível preveni-la, em grande parte, com uma série de cuidados. Porém, geralmente, só descobrimos isso quando é tarde demais.

O que é a dermolipectomia de coxas?

Na cirurgia plástica, dermolipectomia é qualquer procedimento que retira os excessos de pele, realizando um lifting. É comum as dermolipectomias receberem nomes específicos de acordo com o local. Assim, a dermolipectomia da barriga é abdominoplastia, a dos braços é braquioplastia, a dos seios e mastopexia, e assim por diante.

A dermolipectomia de coxas, que também recebe o nome de cruroplastia, retira o excesso de pele das pernas e livra a região da flacidez, mantendo um aspecto natural. Embora seja importante manter expectativas realistas quanto ao procedimento, os pacientes que realizam esta cirurgia geralmente ficam bastante satisfeitos com o resultado.

Quem pode fazer o lifting de coxas?

Os candidatos ideais para a dermolipectomia das coxas são pessoas que apresentam excesso de pele nesta região do corpo. Geralmente, elas fizeram dietas e exercícios, perderam a gordura do local, mas a pele não se retraiu o suficiente para deixar as pernas firmes outra vez.

Muitas vezes, os pacientes são pessoas que atingiram um peso estável após um emagrecimento significativo ou que enfrentam os efeitos naturais do envelhecimento na pele. Esses quadros se tornaram ainda mais comuns após o surgimento de medicamentos como o Ozempic, Wegovy ou Mounjaro, que promovem a perda rápida de gordura corporal. É crucial que o paciente esteja em boa saúde geral e tenha expectativas realistas sobre os resultados da cirurgia.

A estabilidade do peso é um fator importante na seleção dos pacientes para este procedimento. Flutuações significativas de peso após a cirurgia podem comprometer os resultados, causando nova flacidez ou irregularidades no contorno das coxas. Por isso, recomenda-se que o paciente mantenha um peso estável por pelo menos seis meses antes de considerar o procedimento.

Com é feita a dermolipectomia das coxas?

A técnica que o cirurgião utiliza para realizar a dermolipectomia das coxas depende da quantidade de tecido que ele removerá durante o procedimento. Afinal, graus acentuados de flacidez requerem a retirada de uma quantidade maior de pele. Em geral, o cirurgião posiciona estrategicamente as incisões, especialmente na parte interna das pernas, iniciando na virilha e podendo se estender até o joelho.

Em muitos casos, o cirurgião propõe a combinação entre dermolipectomia e lipoaspiração. Isso acontece porque muitas pessoas, mesmo após um grande emagrecimento, não conseguem eliminar alguns depósitos de gordura localizada. Assim, a associação dos procedimentos melhora o contorno geral das coxas, permitindo um resultado mais harmonioso e natural.

O que esperar no pós-operatório do lifting de coxas?

O processo de recuperação após uma dermolipectomia das coxas requer paciência e cuidados específicos. Os pacientes geralmente precisam de duas a três semanas de repouso antes de retornar às atividades cotidianas. Durante este período, é comum experimentar inchaço, hematomas e desconforto, mas é possível gerenciar esses incômodos com medicação e cuidados pós-operatórios.

A cicatrização é um aspecto importante da recuperação. As incisões, em sua maioria, permanecem escondidas sob as roupas, mas ainda assim requerem cuidados adequados para minimizar a aparência das cicatrizes. O cirurgião recomenda o uso de roupas de compressão para reduzir o inchaço e estabilizar os tecidos durante a regeneração dessas estruturas.

Outro procedimento muito importante no pós-operatório é a drenagem linfática. Ao realizar a maioria das cirurgias plásticas, as incisões e remodelações do tecido fazem com que tanto os vasos do sistema circulatório quando do sistema linfático sejam cortados, interrompendo o fluxo natural dos fluidos. A linfa, um líquido que carrega uma série de elementos do organismo e toxinas, fica retida no organismo.

Portanto, a drenagem linfática, que é uma massagem muito suave e cujas manobras direcionam o excesso de líquido e favorecem sua eliminação, contribui muito para a redução do inchaço. Ela é ainda mais importante para expelir o líquido que se acumula entre a pele e os tecidos subjacentes, acelerando a aderência deles e o processo de cicatrização.

Resultado final da dermolipectomia

Os resultados finais da dermolipectomia das coxas geralmente se tornam evidentes após cerca de seis meses, quando o inchaço diminui completamente e as cicatrizes começam a amadurecer. Os pacientes podem esperar pernas mais firmes e contornadas, com uma aparência mais jovem e tonificada.

Como você viu, a dermolipectomia das coxas oferece uma solução eficaz para aqueles que enfrentam flacidez tissular significativa nessa área, um problema que exercícios e dieta não podem resolver completamente. Embora seja um procedimento cirúrgico com considerações importantes, os resultados podem ser transformadores, tanto física quanto emocionalmente.

Para quem considera esta opção, uma consulta com um cirurgião plástico qualificado é o primeiro passo para entender se este procedimento realmente suas necessidades e expectativas individuais. E se você está buscando uma equipe de cirurgiões especializada, que há 30 anos transforma vidas por meio da cirurgia plástica, acesse os canais de contato deste site e agende sua consulta na Master Health.

Master Health

A Master Health, há mais de duas décadas, alia conforto, segurança e zelo no tratamento de seus pacientes. Adepta do conceito de clínica vertical, a Master dispõe de quatro andares unicamente dispostos ao atendimento, favorecendo a privacidade de cada momento da cirurgia plástica ou tratamento realizado pelo paciente.
Diretora Técnica Dra. Elaine Favano – CRM 42085/SP

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